é como uma faca afiada, pronta para invadir o seu ser, é como a tortura de uma fera selvagem querendo arrancar do peito o despeito, afim de machucar, e te fazer sentir dor e chorar, chorar até que seu coração peça por ajuda, e seus olhos clamem por socorro, socorro de lugar algum, de tempo nenhum, de nada e ninguém, e ao redor de tanta gente, é como se estivesse sozinha, revendo em torno de si, as meras lembraças, pensando no que passou, no que supostamente se vive, e no que há de vir, no momento chamado agora, as pessoas se empenham apenas no passado, e no futuro, sem se preocupar em viver hoje, pois ontem passou, e amanhã pode ser tarde de mais, enfim.. a saudade.. a dor, a lembraça, é como se arrancasse de você em um golpe apenas suas duas pernas, então você passa a não ter mais o apoio que tinha antes! diz que não, que é forte, e cria em sua frente um escudo, fortalece suas barrerias, e supostamente refaz o articial, reata o laço, e torna a ser o que aparentemente o que as pessoas pensavam que era, " a forte, insenssível, indolor, intocável, irremediável.. " enfim adjetivos mau empregados, por fora tudo pode voltar a ser como antes, como era, e como foi, por dentro a cicatriz é a mesma, qe arde na carne, que sangra, que fere , que dói, que nunca sara, nem com o tempo, nem com belas palavras de consolo, nem com o abraço mais apertado e silencioso que alguém possa te dar, ela não some, permanece ali intacta pelo resto na sua vida, você pode até se esquecer em alguns momentos, mas ela infelizmente não desaparece, e não da alívio, JAMAIS, se o que se viveu foi amor. Não é medo, nem é riso, não é raso, não é pouco, nem é oco, não é fato, nem é mito, não é raro, não é tolo, não é louco Não é isso, não é rouco, Não é fraco, não é dito, não é morto Não, não, não e não, é apenas a saudade, de uma vida passageira.
ao escrever tal texto, senti sobre a face, as lágrimas que queimam, e cortam como lâmina, que doem, e ardem como uma ferida, e que até hoje, fazem parte dos meus dias.
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